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[VÍDEO] FC2025: RTP dedica programa 'Voz do Cidadão' ao Festival da Canção 2025

 

Voz de Cidadão de hoje foi dedicado ao Festival da Canção 2025, com inúmeras críticas à votação do júri, ao sistema de votação e aos critérios de seleção dos jurados.


Da responsabilidade da Provedora do Telespectador da RTP, Ana Sousa Dias, o programa Voz do Cidadão de hoje, 22 de março, foi inteiramente dedicado ao Festival da Canção 2025, com a provedora a revelar que "o Festival origina sempre muitas reações" mas este foi "o ano que mais mensagens recebi", com a maioria das reclamações a estar relacionada com o sistema de votação face à divergência entre as duas votações.

Os doze pontos do júri da Madeira para a banda vencedora - NAPA - com a porta-voz do painel a declarar o apoio à formação madeirense foi um dos pontos mais mencionados pelas reclamações enviadas para a Provedora do Telespectador. Gonçalo Madaíl, diretor de música e artes de palco, explicou o sistema de votação, frisando que o voto da Madeira num grupo da região não foi único, com o mesmo a repetir-se no júri do Alentejo e do Algarve, admitindo que "a porta-voz da Madeira foi bastante efusiva a revelar os doze pontos" e que "possa ter tido efeitos junto das pessoas".

Grande parte das queixas recebidas apresentaram também sugestões para a mudança no peso da votação, com a maioria a pedir maior peso da votação do público e/ou a distribuição dos pontos consoante as votações recebidas. Gonçalo Madaíl admite "com o tempo vir a rever o peso da votação" realçando que a presença dos fãs de várias canções nas redes sociais não se traduz diretamente nos votos registados pelo público no Festival.

Vários telespectadores também criticaram o facto da RTP não revelar o nome dos responsáveis pela escolha das canções da livre submissão, bem como os critérios para a escolha dos jurados das semifinais e da Final do Festival da Canção. A Direção da RTP e o Grupo de Trabalho do Festival da Canção assume a responsabilidade da escolha dos jurados, bem como dos convites diretos para o concurso, tendo Gonçalo Madaíl a realçar que "todas as escolhas respeitam os critérios" e que a escolha acontece consoante com as ligações à área de especialidade musical.

O erro nos números do televoto numa das semifinais do concurso também foi um dos assuntos mais abordados nas queixas recebidas, com Gonçalo Madaíl a recordar que o assunto foi alertado imediatamente após a deteção, destacando que a equipa responsável admitiu que, caso um dos candidatos visados não conquistasse o apuramento para a Final face ao erro, os mesmos seriam apurados. O "aspeto de barracão" do estúdio também foi criticado pelos espectadores, com Gonçalo Madaíl a justificar a situação com "orçamento do programa", considerando a hipótese de voltar a levar o concurso a uma grande sala.

Aceda AQUI ao programa na íntegra

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Fonte e Imagem: RTP
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  1. Anónimo13:52

    Eu acredito que escolha das canções da livre submissão tem dedo do Nuno Galopim...

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  2. Anónimo14:43

    É engraçado ouvir o Gonçalo Madail justificar a existência dos júris como forma de prevenir que fenómenos mediáticos(leia-se Homens da Luta e/ou Suzy) ganhem o concurso, mas quem ganhou este ano foram os Napa, um fenómeno mediático.

    ResponderEliminar

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