Mikko Silvennoinen, comentador eurovisivo da Finlândia, apelou ao "voto tático" durante a transmissão da Final do Festival Eurovisão 2023. O país, segundo classificado e vencedor do televoto, foi o único a não pontuar a vencedora Suécia.
Loreen e "Tattoo" venceram o Festival Eurovisão 2023 ainda que tenham ficado em segundo lugar na votação dos televotos nacionais, onde foram pontuados por todos excepto pelo público da Finlândia, país que venceu o televoto e ficou em segundo lugar na classificação geral. A situação ganhou novos contornos nas redes sociais, depois de ter sido revelado que Mikko Silvennoinen, comentador da Finlândia, apelou ao "voto tático" durante a transmissão da Grande Final.
O momento aconteceu aquando da abertura das linhas telefónicas com Alesha Dixon a explicar que cada pessoa poderia votar 20 vezes e não poderia votar no seu próprio país, com o comentador finlandês a apelar ao voto estratégico: "Como lembra um anónimo no chat da YLE, votar taticamente não é proibido. Mas votar na Finlândia já é". Ainda que não seja comprovado que as declarações tenham provocado impacto, o televoto da Finlândia foi o único a colocar a Suécia fora do top10 (13.º lugar entre 25 canções).
Em declarações ao Aftonbladet, o comentador sueco Edward af Sillén garante que não existe um regulamento para os comentadores, mas que "incitar os ouvintes a votar taticamente vai contra o espírito da Eurovisão", frisando que as declarações poderão ter tido impacto, "Certamente pode ter causado impacto. Mas ao mesmo tempo estou orgulhoso que a Suécia, que sabia que a Finlândia era uma grande ameaça, lhe tenha dado os 12 pontos".
Ao mesmo jornal, o comentador finlandês Mikko Silvennoinen desmentiu que tenha apelado ao voto estratégico na Grande Final do Festival Eurovisão 2023, "Não apelei a ninguém para votar ou não votar em algum país", frisando que a declaração era apenas uma piada sobre as eleições parlamentares finlandeses do mês passado, onde a expressão foi várias vezes utilizada.
Ainda muitos se queixam do Malato
ResponderEliminarUau que escandalo!!Em 2017, os juris de Italia Portugal e Bulgaria fizeram uma figura bem mais ridicula...e nao eram comentadores,eram pessoas mesmo com poder de decisao.
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